terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Arrisco*


Olho pela janela de meu quarto e vejo somente as estrelas que brilham, e elas brilham na profundidade de meus olhos, assim, sinto-me uma estrela, então, penso nesse pequeno mas eterno momento que lá no céu distante encontra-se, eu, sob forma de uma linda estrela. E “eu” sempre brilho, nem as melodias tristes que insistem em tocar dentro de meu coração fazem-me deixar de brilhar. E, assim, arrisco pelo menos hoje ser uma estrela e brilho, somente brilho, nada me ofusca, somente o meu próprio brilho.

3 comentários:

  1. Nossaa, esse texto é surpreendente! A maneira que tu explicas ser uma estrela é muito poético, mesmo!

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